Urologia Oncológica

June 8, 2017

 

Câncer de Próstata:

É o câncer mais comum no sexo masculino. É facilmente diagnosticado através do toque retal realizado pelo urologista e pela dosagem do PSA no sangue. Qualquer alteração será melhor investigada através de uma biópsia da próstata guiada por ultrassonografia. Após o diagnóstico feito em fases iniciais, a retirada da próstata deve ser realizada (cirurgia chamada de prostatectomia radical). Antigamente realizada através de grandes incisões, atualmente a prostatectomia é realizada preferencialmente por via robótica com microincisões e rápida recuperação.

O Urologista, de preferência com formação oncológica, é o profissional ideal para realizar esta intervenção.

 

Câncer de Rim:

Os tumores de rim não são neoplasias raras e geralmente requerem a retirada cirúrgica do rim. Atualmente esta intervenção costuma ser realizada por via laparoscópica e associada a retirada dos gânglios linfáticos próximos ao rim acometido. Um indivíduo com função renal preservada pode se manter saudável na ausência de um rim. Em alguns casos específicos, uma nefrectomia parcial (retirada de parte do rim) pode ser indicada.

 

Câncer de Bexiga:

O tipo mais comum é o carcinoma papilífero e tem relação direta com o tabagismo. O tratamento inicial é realizado com ressecção transuretral da bexiga (RTU), quimioterapia intra-vesical e radioterapia. Em casos de tumores mais profundos (com invasão da camada muscular) e tumores nos quais os demais métodos falharam, a cistectomia radical (retirada da bexiga) deve ser indicada. A reconstrução com a confecção de uma neobexiga é possível em alguns casos. Confere uma melhora qualidade de vida entretanto está associada a maiores taxas de complicações precoces e tardias. Esta avaliação deve ser individualizada.

 

Câncer de Testículo:

Mais de 90% dos tumores testiculares tem origem nas células que produzem os espermatozoides (tumores germinativos). Estes se subdividem em 2 tipos que apresentam incidência próxima, mas  comportamento clinico e tratamento distintos. São estes:

  • Seminomas

  • Tumores não seminomatosos

 

Os Seminomas podem ser subdivididos em: seminoma clássico (mais comum e acometem mais frequentemente homens jovens) e o seminoma espermatocítico. Este último é mais frequente em idosos e apresentam crescimento mais lento com menor risco de disseminação metastática.

 

Os tumores não seminomatosos podem ser subdivididos em 4 tipos: coriocarcinoma, carcinoma do saco vitelínico, carcinoma embrionário e teratoma.

 

São muitas as variantes a serem analisadas nestes tumores para que possamos indicar um tratamento adequado. Ao notar uma tumoração no testículo procure prontamente auxilio médico (urologista ou cirurgião oncológico) para que o diagnóstico seja realizado o quanto antes e o tratamento prontamente instituído.  

 

Câncer de Pênis:

O tipo histológico mais frequente é o carcinoma epidermóide. Este tumor está associado ao HPV (papiloma vírus humano), a má higiene peniana e a presença de fimose.

A extirpação do tumor com margem cirúrgica livre é o tratamento indicado, com ou sem esvaziamento dos linfonodos da virilha. A radio e quimioterapia tem papel nos tumores avançados.

 

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