PET SCAN

Desvendendo o PET SCAN. Se você tem, já teve ou foi na consulta médica de alguém com câncer, provavelmente vc ouviu falar de um exame especial chamado pet scan. Possivelmente vc não entendeu direito como ele funciona, mas saiu com a ideia de que é o melhor exame do mundo e capaz de detectar as células cancerígenas onde quer que elas estejam. Bem, sem dúvida é um ótimo exame quando bem indicado. Repito quando bem indicado! Vamos entender do que se trata este exame e desmitifica-lo. PET é uma sigla que significa: Positron Emission Thomography, mas isso de nada importa. É um exame tipo uma tomografia computadorizada com a diferença que ele é capaz de identificar a presença de substâncias radioativas no corpo. A imagem da radiação fica laranja e amarelada. Ela brilha... Parece fogo! Aí vem a questão, no PET SCAN injetamos na veia do paciente um “contraste” que na verdade é uma glicose (açúcar) especial capaz de emitir radiação. O câncer é gerado pela multiplicação descontrolada de uma células. Tem um alto metabolismo celular. A glicose é o combustível da célula. Esse processo consome glicose. Onde há glicose em excesso tem tumor! Resumindo, uma alta concentração dessa glicose em um determinado local irá emitir uma alta taxa de radiação que por sua vez será localizada pelo exame. Identificando a presença do tumor. Magnífico! Mas para alguns tumores muito pequenos, ou tipos histológicos de baixa celularidade ou ainda locais específico como fígado e cérebro, onde um alto metabolismo ocorre normalmente, este exame pode não ser tão esclarecedor. Por isso repito pela 3a. vez. O PET SCAN tem suas limitações e deve indicado por um profissional habilitado, como o oncologista clinico e cirurgião oncológico. Espero ter esclarecido a sua dúvida.  


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